Tuesday, December 12, 2006

Nada como uma dose de criança!


O dia não foi dos mais felizes... amanhã é o dia do recomeço de um sonho...

Mas tudo foi amenizado e por algumas horas consegui esquecer que eu estava triste. Tudo graças às traquinagens de uma miudinha que faz qualquer um sorrir.

Essa na foto é a dona Carolina, de 1 ano, devidamente vestida com meu colar de 3 voltas e com um óculos que merecia estar nos anos 50! E se sentindo algo além da Top Model!

Não tem como não sorrir!

Se é para desfazer, porque é que fez?

Vinícius escreveu: "Às vezes quero crer mas não consigo, É tudo uma total insensatez. Aí pergunto a Deus: escute, amigo. Se foi pra desfazer, por que é que fez?"

Essa é uma dessas horas...

Perdi uma gravidez depois de 8 semanas. Uma gravidez desejada de um bebê muito querido. Com a melhor das intenções ouvi de muitos que "Deus sabe o que faz", talvez não fosse hora de eu ter um filho, ou talvez não fosse o destino dessa criança nascer. Então me explica: Se é pra desfazer, porque é que fez? Se não era hora de eu ter um filho, então porque engravidei? Se não era hora dessa criança nascer, então porque é que ela foi gerada? Será que esse bondoso Deus decidiu que eu tinha que aprender alguma lição antes de poder ter filhos? Se esse é o caso, que lição é essa? Será que fiz algo de tão terrível que eu mereça perder um filho não nascido para poder um dia ser mãe? E se eu fiz essa coisa tão terrível, será que não mereço o perdão desse tão bondoso Deus que é todo bondade e todo perdão?

Tenho meus erros, não nego, sou humana. Dei meus maus passos aqui e ali. Mas uma coisa posso garantir: nunca fiz nada de tão terrível que mereça uma punição como essa! Assim como pessoas que me são muito queridas não fizeram nada de tão terrível para merecer coisas que aconteceram com elas.

Todos me dizem que eu encontrarei consolo nas minhas orações e que Deus me dará conforto nessa hora. Só o que eu posso dizer é que esse Deus do qual todos falam não está me trazendo consolo nenhum, muito pelo contrário, me trás uma culpa terrível... se de fato esse Deus sabe o que faz, isso quer dizer que não foi um mero acaso genético, foi culpa minha, foi algo que eu fiz, foi uma lição a ser aprendida! E mais, o que me garante que esse Deus do qual todos falam não acha que eu ainda não aprendi minha lição? Será que ele ainda vai me dar muitas outras lições desse tipo? Será que as duas lições de perda que eu tive esse ano não serão suficientes para esse tal Deus?

Só o que me trás consolo agora é a ciência. É a confiança que tenho no médico que me diz que isso é uma estatística e que as mesmas estatísticas dizem que dentro em breve poderei ter outro filho... sim, OUTRO, porque esse não é substituível... esse é esse e pronto.

Não pretendo ser ingrata com as pessoas que me dão palavras de consolo, isso nunca. São essas pessoas que me dão força nessa hora de fraqueza... mas não consigo aceitar que estivesse no plano de qualquer Deus ou força maior me fazer passar por isso! Prefiro acreditar nas estatísticas que me dão um pouco mais de certeza que em pouco tempo esse pesadelo vai passar!

Não condeno nem julgo quem acredita nesse Deus, muito pelo contrário, eu admiro muito quem encontra conforto nele... mas eu não encontro, nunca encontrei... quem sabe um dia?

Sunday, November 26, 2006

A dificuldade em criar


Acho que esses hormônios estão mexendo com a minha criatividade...

Está dificílimo sentar e me concentrar para fazer alguma coisa! Esse daí eu só consegui porque eu sonhei com ele durante a noite!

Saturday, November 25, 2006

7 semanas


Para não perder nenhum momento da gravidez, todo sábado vou tirar uma foto igual a esta para ver a diferença na barriga!
Estou no início da 7a semana, com 75,5cm de cintura e 50,2Kg. A barriga só aparece para quem sabe que estou grávida... mas o peito parece de silicone!rs Pena que não fica assim pro resto da vida!
Tenho sentido MUITO sono e bastante azia.

Friday, November 24, 2006

Pura Emoção



Como é difícil falar de uma emoção forte como se descobrir mãe! Ainda estou juntando os sentimentos para conseguir descrever o que está passando pela minha cabeça.


No meio tempo, criações!


Este é para o DSIL#7... linhas e listras feitas por mim!

Tuesday, November 14, 2006

Só fotos






Hoje não tive tempo nem de pensar em escrever... aproveitei todo o meu tempo livre para editar as fotos da viagem para a Itália que servirão para o segundo álbum!

Aqui estão algumas das minhas favoritas!

Estou numa fase absolutamente fissurada em alterar as fotos para dar a elas um aspecto meio "sujo" e todo o álbum vai ter esse aspecto "shaggy".... gente... eu amo esse tal do photoshop!rs

Sunday, November 12, 2006

Exercício de Redação #3: Amor




AMOR


Escrever sobre o amor é sempre uma faca de dois gumes... a linha entre o genuinamente belo e o piégas é tênue, e, na verdade, muito subjetiva. Nesse tipo de texto, o contexto é tudo. Tente imaginar um lindo poema de amor de Carlos Drummond de Andrade transformado em música do, porque não, Latino! Já uma música brega (e percebam que isso é questão de gosto e gosto não se discute) pode, se lida por alguém como Vinícius de Moraes, se transformar nume belíssima declaração de amor.

O fato é que qualquer texto que envolve emoção é arriscado e acabamos resistindo muito a escrevê-los porque sempre temos medo ou vergonha de passarmos por cafona. Escrever sobre nossas emoções mais profundas nos expõe de uma forma única. Expor nossas emoções nos despe de uma armadura que usamos para enfrentar o cotidiano.

O exercício dessa semana envolve escrever sobre o amor. Não só o amor que vivemos agora, mas aquele que vivemos no passado e o que esperamos viver no futuro.

Não se prenda ao amor homem-mulher, o amor é bem maior do que isso, vale falar do amor entre mãe e filho, o amor de amigos, de parentes, e até o amor próprio.

Algumas perguntas chave podem te ajudar a escrever esse texto:

Quando foi a primeira vez que você entendeu o amor? Quantos anos você tinha? Porque quem foi esse amor? Como esse amor foi correspondido? Qual foi o destino desse amor?
Pense nas relações de amor que você teve ao longo da sua vida. Quem foram os grandes amores da sua vida? O que despertou cada um desses amores? Como eram diferentes esses amores e como eram similares?
Se você já teve alguma relação de amor que acabou – o que levou essa relação a acabar? Como isso fez você se sentir? O que você aprendeu com o final dessa relação?
Toda relação de amor, seja ela bem sucedida ou não, nos ensina muito sobre a vida. O que você já aprendeu com o amor?
Como você definiria o amor? (Como existem várias de amor, tente definir cada tipo de amor que você conhece ou sente)
Qual é a sua idéia de amor perfeito?