Wednesday, February 28, 2007

Como é bom rever fotos de dias bons

Fazer esse álbum está me dando muita saudade da viagem... Foram 16 dias tão tranqüilos e sem preocupações. Tudo funcionou como deveria. Mesmo os contratempo eram divertidos.
Não vejo a hora de poder curtir mais alguns dias assim.





Homenagem da Super Dan*!

Para tudo que eu vou ali morrer e já volto!!!!
Hoje, quando vou olhar o blog da Dan* olha o que eu encontro:

Fala sério... com direito a coroa e tudo!!!!!! (Dan - eu simplesmente AMEI!!!!! SUPER MEGA ULTRA DUPER OBRIGADA!)
Depois disso eu fico até sem jeito de colocar aqui os meus trabalhos do dia!!!! Mas, vamos lá, né? Um dia eu crio o talento da Super Dan* e consigo fazer páginas que nem as dela!

E o pior é que o flash da máquina, hoje, só de sacanagem, resolveu estourar na página!!!!!

Monday, February 26, 2007

Cheguei em Florença

Ainda no álbum de viagem, agora com fotos de Florença.
Essa primeira página sobre Florença foi meio acidental, joguei as tralhas na mesa para ver como colocar tanta coisa em uma só página. Quando fui ver, gostei do resultado das coisas ali, como que ainda em planejamento, sem layout nenhum...


Nessa página aproveitei o papel da tabela de produtos da farmácia Santa Maria Novella, que é sensacional. O papel é maravilhoso, texturizado e com uma tipografia maravilhosa. Achei que tinha tudo a ver com a página e ainda serviria como uma forma de guardar a memorabília daquele lugar...

Amanhã tem mais...

Sunday, February 25, 2007

Continuando a Viagem

Ainda trabalhando no álbum de viagem...




Muitas mais por vir...

Álbum de viagem

Vai completar um ano que eu fiz a minha viagem para a Itália e até agora não consegui colocar nem metade das fotos em álbum! Mas nunca é tarde demais... já estou trabalhando nisso...
Aqui estão as primeiras páginas...






Friday, February 23, 2007

Quando a vida passa

Hoje morreu minha avó. Já em idade muito avançada, muito doente. Há tempos já não vivia, apenas sobrevivia.
A vida passa e com elas passam as pessoas, passam as coisas... e um dia, também nós passamos.
Somos efêmeros.
Ficam as memórias do que fazemos e significamos.
Mas as memórias, também são efêmeras.
Depois passam as memórias e fica apenas a remota existência de alguém que um dia viveu.
Um dia, quem sabe, um neto ou bisneto levará consigo também a memória do que fui.

Wednesday, February 21, 2007

Porque eu não gosto do carnaval - Parte II

Terça-feira de carnaval. Saio de casa para conversar com os amigos. Volto por volta de 9 da noite. Minha rua já bloqueada por uma bendito bloco. Ainda sem som, mas com muita gente e muita bagunça. Tento atravessar a avenida para entrar na minha garagem. Alguns bêbabos fanfarrões decidem que eu tenho que entrar no clima e joga uma espuma de barba no capô do meu carro. Olha para mim, apontando a embalagem de espuma, como quem diz: "Vou jogar em você e seu carnaval passará a ser magicamente maneiríssimo". Não digo nada, apenas olho de volta com ar de "jogue em mim e o seu carnaval passará a ser, magicamente, o pior da sua vida".
Ele se intimida. Recolhe a arma e sai de fininho.
Subo no elevador e já começo a ouvir as batucadas. Abro a porta de casa e econtrou duas cachorras aterrorizadas, encolhidas no canto do apartamento. Se escondem por trás das nossas pernas.
Quando vou até a janela, o barulho já é tal que não consigo ouvir nem meu marido me chamando do outro cômodo. Olho para baixo e dou de cara com uma bateria de escola de samba completa, rodeada por milhares de pessoas, a maioria nitidamente bêbada. Alguns simplesmente seguem o bloco contentes e cantando aos uivos. Outros, jogam latas de cerveja nos carros que estão estacionados nas laterais da avenida. Alguns, passam a mão em todas as bundas que vêem pela frente. Mas o que mais incomoda é o barulho. O infernal batuque dos bumbos, acompanhados pelos altos brados do puxador no alto do carro de som.
Ligo para meu irmão, mas percebo que é inútil, ele não consegue ouvir nada do que eu digo, afinal, tenho uma bateria completa e um carro de som praticamente dentro da minha sala.
O bloco avança por mais 2 quadras num período de 2 horas. O som continua infernal dentro de casa. Já são pouco mais de 10 da noite. Eu estou com dor de cabeça, não aguento mais samba, não quero mais carnaval (aliás, nunca o quis muito!), tenho que trabalhar no dia seguinte, as o samba continua até quase 11 horas, quando finalmente, com uma hora de atraso, a lei do silêncio se faz cumprir, e as pessoas decidem que já é chegada a hora de fingir-se civil e deixar a vizinhança descansar.
E por isso eu não gosto do carnaval - parte II!